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	<title>Arquivos empodeiramento feminino - Respeita as Bruxas da Quebrada</title>
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	<description>Wicca, Bruxaria, Sagrado Feminino e Paganismo</description>
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	<title>Arquivos empodeiramento feminino - Respeita as Bruxas da Quebrada</title>
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		<title>Kundalini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruxes Escritores]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sagrado Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No blog de hoje publicaremos um conto chamado Kundalini, escrito por Augusta Santo, em nossa coluna Bruxes Escritores, confira!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Kundalini</strong></p>



<p>A empresa sempre foi um espaço de poder e rivalidade, o desejo movia as relações, tudo estava na mira dos interesses; manter a vitalidade e a dualidade expressava exatamente a ordem e a lei na sua organicidade, a profunda capacidade de ser e existir.&nbsp;</p>



<p>Há tempos o falo movia livremente de forma soberana e lúcida, porém, o desequilíbrio, promovido pela energia alterava a realidade.</p>



<p>Com o tempo e muita luta as mulheres foram avançando e em pouco tempo superaram a condição de conselheiras, há dois anos a Dra. Cecilia estava na presidência; os avanços e melhorias ficavam sucumbidas a tantas prerrogativas descabidas, de puta e louca os adjetivos não findavam na letra Z.</p>



<p>Ela, destemida, dava a vida por uma briga e a alma por uma vitória, perder não era um termo apropriado, e gabava por suas conquistas a duras penas e sacrifícios.</p>



<p>&#8211; Nos negócios, o que não vale a pena deve ser descartado, dizia ela nas reuniões de acionistas, mas no íntimo, reconhecia que tudo era capricho e ela em nome de uma ideologia já não sabia a quem pertencia, a si mesmo ou essa tal ideologia que era exatamente parte integrante de si.</p>



<p>Como os ânimos e a anima estavam em descompassos e a eleição estava aproximando, ela precisava se encontrar, a tal consciência e a resiliência em descompassos minavam a fé, a força e a luta.</p>



<p>Um mês em exercício de magia, intuiu da lua a capacidade de dominar o íntimo e o instinto como forma de poder. Nas quatro fases da lua, na sequência de 7 a 28, entrou nas regras.</p>



<p>Na manhã do feriado, arrumou as malas, aliás, a empregada, um doce de pessoa por sinal, é claro que assim como Dra. Cecilia, ser mulher e chefe seja lá do que for, exige gotas de sangue de parto fórceps, os filhos, da empregada assim como os de Dra. Cecilia, benze a Deus.</p>



<p>&nbsp;O tempo cria as possibilidades, feliz quem reconhecer o tempo como mestre e senhor.</p>



<p>A viagem para a casa de campo durou um tempo maior que o costumeiro, é que ela viajou sozinha, e foi curtido as curvas do tempo sob uma forte tempestade. Aliás, as águas que lava também inunda, mata a sede e afoga; se fartas nas águas sem se afogar é uma manobra de sabedoria. O que é lunar, da noite, das regras das águas tem paz e pacto com a feminilidade é natural que seja assim no céu como na terra.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="600" src="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_6.webp" alt="" class="wp-image-3976" srcset="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_6.webp 900w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_6-300x200.webp 300w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_6-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure></div>



<p>A empregada, que dominava as regras, conhecia os termos e obedecia às leis, tinha com o tempo um pacto e com ela um compromisso, nunca perder a cabeça e a razão, nunca se perder nas tempestades.&nbsp;</p>



<p>A casa de campo era modesta e luxuosa, os empregados, também eram uns amores, paciente e complacente com o destino, caseiros desde que nasceram, casaram-se e ficaram por ali, os filhos se aventuraram pelos caminhos da vida, tomara que a morte faça a curva longe do destino. Para assegurar a lei e a ordem dos rebentos, fez um pacto e se comprometeu fazer em cada fase da lua uma magia de cura, proteção, sabedoria e ousadia.</p>



<p>Os cuidados e a receptividade foram as de sempre: &#8211; Bem-vinda doutora. Fez boa viagem?</p>



<p>Ela, como sempre, sisuda e cordial, descalçou logo ao descer do carro: &#8211; e por aqui, tudo bem? perguntou.</p>



<p>&#8211; Sim, tudo como a senhora gosta.</p>



<p>A empregada apressou a dizer o que havia preparado para o almoço. Fiz suficiente para a senhora e as crianças.</p>



<p>&#8211; As crianças &#8230; tinham compromissos, escolas, passeios e amigos, pedi para Maria ficar com eles.</p>



<p>Maria sabia que todas são marias, independentes de quem são.</p>



<p>Querendo puxar assunto, sentiu na patroa uma animosidade: &#8211; Dra. Cecilia, essa manhã apareceu uma cobra aqui, elas nunca estão só. Toma cuidado.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="900" height="600" src="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_3.webp" alt="" class="wp-image-3977" srcset="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_3.webp 900w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_3-300x200.webp 300w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_3-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure></div>



<p>Cecilia escutou, mas não manifestou.</p>



<p>Passou a manhã e à tarde sentada escutando o que vinha de dentro e a cobra não lhe saia da cabeça. No silêncio sentiu a presença emergindo, alinhou-se, cruzou as pernas em posição de lótus e deixou fluir.&nbsp;</p>



<p>O almoço foi servido ali mesmo, presa com o pensamento na cobra não viu o tempo passar e Maria, delicada, lhe trouxe a bandeja.</p>



<p>&#8211; E a cobra, você viu?</p>



<p>&#8211; Ele matou.</p>



<p>&#8211; Eles matam.</p>



<p>&#8211; É verdade.</p>



<p>A prosa foi longa, cada uma falava sozinha de si para si, ritmado, como mantra, a história de suas vidas em cumplicidades como as fases da lua.</p>



<p>Dra. Cecilia beliscou a comida: &#8211; pra que lado foi?</p>



<p>&#8211; Por ali, no bambuzal, esticando o braço para a direção.</p>



<p>Dra. Cecilia seguiu a direção e a empregada foi para os afazeres da vida doméstica.</p>



<p>Pouco andou e enxergou a vara, se ele usou essa, a cobra deve estar por perto.&nbsp; Andava em sobressalto, atenta com os olhos fitados ao chão e dito e feito ela estava esticada, com as costelas quebradas o rabo e a cabeça mexendo, Dra. Cecilia se compadeceu e se reconheceu. A vida de uma mulher assim como a da cobra, com uma cajadada pode acabar. Mas, há outras vidas que só pertence a si e ninguém consegue ferir ou matar.</p>



<p>Se acocorou por um bom tempo, muito tempo, até esqueceu do tempo, ali acocorada a cobra a olhava, parecia pedir socorro, ela ali sentada parecia sentir a cobra e olho no olho como no Jardim do Eden, ela e a cobra eram únicas. Seria a cobra uma delas ou ela uma cobra?</p>



<p>Fez sentido aquela profunda imantação. Até que Dra. Cecilia quebrou o silêncio e com a íris dos olhos foi pouco a pouco dominando, conquistando provocando, induzindo-a a seu comando, e assim, totalmente intima a cobra estava em Dra. Cecilia embreadas e comandadas pela anima.</p>



<p>A cobra imóvel tremulava a ponta do rabo onde pulsa o coração e a cabeça dominada obedecia a sua senhora. A Dra. Cecilia, manipulava a si mesmo, dominava toda potência uterina controlava a Kundalini.</p>



<p>O corpo, os olhos, as pontas dos dedos, a passada, a cabeça, o olhar e a respiração, as batidas do coração, tudo era campo de vibração, de total comunhão com a energia da cobra e por muito tempo dedicaram o tempo a si, somente a si sem a interferência só com o poder da consciência. Dra. Cecilia sabia que a cobra tinha muito a lhe oferecer, mas estava ali imóvel, quebrada ao meio assim como ela, <em>é você, ou será eu</em>? Interrogou seu íntimo. Só o tempo tem a resposta.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="900" height="600" src="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_5.webp" alt="" class="wp-image-3978" srcset="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_5.webp 900w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_5-300x200.webp 300w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_5-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure></div>



<p>Elas sabiam que depois desse momento elas nunca mais seriam as mesmas, uma mudança, uma verdadeira alteração das formas e fórmulas tinha acontecido, e essa consciência era maior e muito poderosa para ser colocada no campo dos acasos ou dos acontecimentos aleatórios a forma estava ali e dominava a força da vida e a maneira de viver.</p>



<p>Depois desse tempo a cobra consentiu e Dra. Cecilia sabia que a vida estava por um fio, e sem qualquer receio, com magia fez o que precisava ser feito, levantou-se foi até ao pé de mandacaru com as passadas lentas e magnetizadas, olhou aquela planta que se protegia com a mais pura ordem na natureza e ordenou: quero seu melhor espinho. A árvore simplesmente obedeceu e ela, agradecida, pegou aquele espinho afiado, voltou até onde estava a cobra que imóvel, balançando a ponta do rabo e a cabeça, como se fosse uma ordem e mirou os olhos da doutora que se aproximava lentamente, comandada, quase em estado de inércia, ébrio, dominada e fez o que tinha que fazer.</p>



<p>Sentou-se o mais próximo que pode da cobra, as duas olho no olho imóvel e dominadas, só o tempo para testemunhar e a natureza para abençoar, com o espinho entre os dedos, mirou ao sol e entre a visão da cobra e a sua olharam simultaneamente aquele espinho como intermediário entre os dois mundos.</p>



<p>A cobra deu o sinal e ela, Dra. Cecilia, ofereceu-lhe sua vida. Dominando a cobra e a si, feriu-lhe a ponta da língua e a pressionou entre os dentes, a gota de sangue pontou, vermelha, viva e foi rolando lentamente em direção à ponta da língua da cobra e naquela encruzilhada a Dra. Cecilia depositou sua própria vida.</p>



<p>O sangue correu por dentro da cobra e seu corpo e sua anima se reconectaram e a vida estava novamente ali em pleno vigor, floresceu entre elas uma íntima e inseparável conexão, como no passado, no Jardim do Éder, nunca foi pecado, sempre foi a mais pura e leal capacidade de entrelaçar os dois mundos pelo poder da consciência – do eu sou.</p>



<p>A cobra ofereceu-lhe lealdade e como cobra, traiçoeira e rastejante partiu sem deixar rastros, apenas, e entre as folhas secas da mata virgem as marcas de sua ousadia, um arco-íris sem cor desenhado sob a terra.</p>



<p>A Dra. Solitária e sozinha pensou, cobra é cobra, aqui e no Jardim do Éden, agora e para sempre.</p>



<p>&#8211; Assim como a mulher.</p>



<p>Ela sabia que sua vida e seu sucesso na empresa dependiam de sua capacidade de entrelaçar, lançar tomar consciência, sabia que o poder é uma questão de ordem e a ordem, ah! A ordem, é como dizem, a ordem obedece a lei e se a lei está para o universo assim como o universo está para a lei: eu, disse ela, vou tomar as providências para ser o que eu quero ser.</p>



<p>Ficou na casa de campo o tempo que foi necessário para se auto revitalizar.</p>



<p>Maria, a empregada, sabia que Dra. Cecilia agora era uma delas, conhecia o segredo dos dois mundos e como no Jardim do Éder, a consciência iluminou a escuridão que dominava o ser. A anima latente pulsava vida e vida em abundância.</p>



<p>Depois da conquista, Dra. Cecilia como presidente da empresa enfrentou muitas contradições, o preço de manter viva a capacidade de administrar – a lei, a ordem e o poder não tranquilizam a alma se não ousar e usar a sabedoria como princípio da vida entre os dois mundos.</p>



<p>Por isso, entre deslizes, acertos e precipitações o poder oposto, aquele necessário para a existência da ordem e manutenção da lei foi infalível e condenou a Dra. Cecilia à morte.</p>



<p>No leito entre a vida e a morte, seu corpo no lugar-comum sua anima na fronteira, avistava o portal e presa as demandas da matéria, desejava partir e ansiava por ficar. Ainda não é hora, são tantas, somos todas Evas e Marias, somos todas dominadoras de cobras e por elas seduzidas.</p>



<p>Lembrou daquele dia, na ponta da língua da cobra, naquela encruzilhada eu depositei minha vida. E ordenou, devolva-me.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="600" src="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_4.webp" alt="" class="wp-image-3979" srcset="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_4.webp 900w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_4-300x200.webp 300w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_4-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure></div>



<p>A cobra que lhe jurou lealdade sabia que a ninguém é permitido desobedecer a lei sem consequências e foi até onde estava seu corpo, imóvel, sedado, entubado. Rastejando, desafiando as condições oferecidas a uma cobra no mundo dos humanos ela que bem sabia que o falo mata, desafiou e atravessou as fronteiras do perigo e chegou, ao leito de sua senhora.</p>



<p>Dra. Cecilia, imóvel, a reconheceu. Maria, a doméstica, sabia que ali naquele lugar as duas estavam seguras, dominando a sua Kundalini conduziu a cobra ao leito, <em>agora sua vida é também a vida dela</em>.</p>



<p>Maria, que já foi cobra e ainda tinha a força nas entranhas foi cúmplices no exercício da magia, dominou as duas e a cobra, rastejando comandava exatamente como fio no Jardim do Eden.</p>



<p>Com movimentos dominado, aproximou, firmou-se na ponta do rabo, o coração pulsava, alcançou o leito; rodeou no centro do chácara frontal a ponta do rabo na coroa, cravou a forquilha na língua, era o antídoto, sua própria essência.</p>



<p>Agora ela, a cobra era uma delas.</p>



<p>E no mundo dos invisíveis as encantadas celebravam a vida em todas as dimensões. Ora cobras, ora de outras formas, no Jardim do Éden ou em qualquer dimensão.</p>



<p>De volta à vida, outras, muitas, tantas e todas as Evas e Marias, cada uma a seu modo mantinha sua anima em equilíbrio em constante vigilância pela lei, dentro da ordem e com sabedoria.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Dra. Cecilia voltou à vida, já não era a mesma, na empresa reforçou a segurança, mantinha Evas e Marias as cobras e o poder da Kundalini na mesma conexão, dominadas e fora do alcance.&nbsp;</p>



<p>É por isso que no baú e no destino de toda mulher tem sempre um mistério e um antídoto, pode uma ser cobra ou um falo sob domínio.</p>



<p>Foi no Jardim do Éder que a primeira ordem foi estabelecida, domine a si mesmo e a sua Kundalini e tudo estará em ordem, ainda que o falo sob protesto grita: Cuidado com elas, são cobras.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="600" src="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_2.webp" alt="" class="wp-image-3980" srcset="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_2.webp 900w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_2-300x200.webp 300w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/bruxas-da-quebrada_Kundalini_2-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="has-text-align-right">UM CONTO DE AUGUSTA SANTO</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-694x1024.webp" alt="" class="wp-image-3981" width="347" height="513" srcset="https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-694x1024.webp 694w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-203x300.webp 203w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-768x1133.webp 768w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-1041x1536.webp 1041w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-1389x2048.webp 1389w, https://respeitaasbruxasdaquebrada.com.br/wp-content/uploads/2023/02/augusta_santos-scaled.webp 1736w" sizes="(max-width: 347px) 100vw, 347px" /></figure></div>



<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/augusthasanto/">@augusthasanto</a></p>



<p>Facebook: <a href="https://www.facebook.com/augusta.nunes.1">Augusta Nunes</a></p>
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